Categoria: Notícias

  • Concurso de fotografia recebe imagens de Macau e Galinhos até 31 de outubro

    Concurso de fotografia recebe imagens de Macau e Galinhos até 31 de outubro

    Estão abertas até 31 de outubro as inscrições para o concurso de fotografia Olhares sobre o Meio Ambiente, promovido pelo Projeto Algimare, do Centro Ama-Goa de Cultura e Meio Ambiente, em parceria com a Petrobras. A participação é gratuita e aberta a fotógrafos profissionais e amadores, de todas as idades, que morem em Macau ou em Galinhos.

    O que fotografar

    As imagens podem retratar paisagens, praias, dunas, manguezais, rios e lagoas, a fauna e a flora da região, a pesca, o cultivo de algas marinhas, os modos de vida tradicionais e temas ligados à conservação, à sustentabilidade e aos impactos da atividade humana.

    Como participar

    A inscrição é feita pelo Instagram: basta publicar a foto marcando o perfil oficial do projeto, @projetoalgimare, e usar a hashtag indicada pela organização. Cada pessoa pode inscrever até três imagens, mas só uma pode ser premiada.

    Seleção e prêmios

    Serão escolhidas dez fotografias. Oito serão definidas por um júri técnico, que vai avaliar adequação ao tema, criatividade, originalidade, composição e capacidade de comunicação. As outras duas sairão de votação popular no Instagram, pelo número de curtidas válidas no período definido pela organização.

    Os vencedores recebem certificado e kit de brindes do Projeto Algimare e de parceiros, que pode incluir camisetas, sacolas e livros de fotografia. O resultado será divulgado até 15 de novembro nos canais oficiais do projeto, e a entrega dos prêmios será feita na sede do Ama-Goa, em Diogo Lopes, e na Colônia de Pescadores Z-30, em Galinhos.

    Com informações do Agora RN.

  • Minicurso ensina a produzir cosméticos com algas em Macau e Galinhos

    Minicurso ensina a produzir cosméticos com algas em Macau e Galinhos

    O Projeto Algimare, iniciativa do Centro Ama-Goa de Cultura e Meio Ambiente, ofereceu nos dias 2 e 3 de setembro de 2026 um minicurso gratuito de produção de cosméticos com algas marinhas. A formação foi pensada prioritariamente para pescadores, marisqueiras e trabalhadores das comunidades pesqueiras, além de pessoas interessadas no potencial econômico das algas.

    Duas turmas, duas comunidades

    No dia 2, o encontro aconteceu no Rancho Ama-Goa, em Diogo Lopes, e reuniu participantes das comunidades de Barreiras, Diogo Lopes e Sertãozinho, em Macau. No dia 3, a turma foi formada em Galinhos, na Colônia de Pescadores Z-30. As inscrições foram feitas na véspera, nas próprias comunidades.

    Da alga ao sabonete

    A ministrante foi Aldeneide Silva, empreendedora do projeto Mulheres de Corpo e Algas, de Icapuí (CE), referência no uso de algas na produção artesanal. O conteúdo passou por técnicas práticas para usar a alga em sabonetes, xampus e outros produtos de higiene e beleza, e pelas possibilidades de comercialização desses itens.

    A formação faz parte das ações do Algimare para transformar a Gracilaria cultivada nas balsas em novas fontes de renda para as famílias do litoral. O projeto é realizado em parceria com a Petrobras, por meio do Programa Petrobras Socioambiental, e com a EMPARN.

    Com informações do Blog do Lamon.

  • Saiba Mais destaca o cultivo de Gracilaria em Macau e Galinhos

    Saiba Mais destaca o cultivo de Gracilaria em Macau e Galinhos

    O portal Saiba Mais publicou, em 14 de junho de 2026, uma reportagem sobre o cultivo da alga Gracilaria no litoral norte do Rio Grande do Norte. O texto apresenta o Projeto Algimare, executado pelo Centro Ama-Goa de Cultura e Meio Ambiente em parceria com a EMPARN e a Petrobras, por meio do Programa Petrobras Socioambiental.

    Quatro hectares e trabalho para quem vive no território

    Segundo a reportagem, o projeto tem 4 hectares licenciados para cultivo, sendo 2 em Diogo Lopes, distrito de Macau, e 2 em Galinhos. São 13 pessoas contratadas diretamente, todas moradoras das comunidades atendidas, e uma equipe de dez colaboradores acompanha as etapas de produção.

    O coordenador técnico de campo, Valfran de Miranda Lima, explica na matéria como funciona o cultivo, da coleta controlada de mudas em bancos naturais autorizados ao monitoramento das estruturas. A cada três meses, drones sobrevoam as áreas para acompanhar os bancos naturais, uma exigência do licenciamento ambiental. As observações indicam que as algas seguem se desenvolvendo e aparecem também em áreas próximas às estruturas de cultivo.

    Uma alga com muitos usos

    Da Gracilaria se extrai o ágar, usado como gelificante, espessante e estabilizante em alimentos, cosméticos, produtos de higiene e fármacos, além de fertilizantes e meios de cultura para laboratórios. O projeto já realizou minicursos de cultivo, produção de biofertilizantes e gastronomia com algas, além de palestras de educação ambiental.

    A reportagem também aponta os desafios para consolidar a atividade no estado: a pouca tradição de consumo de algas no Brasil, a falta de estrutura para industrializar a produção em escala e a necessidade de políticas públicas para a cadeia produtiva. Entre as oportunidades, aparece o mercado de biofertilizantes para culturas como melão e melancia.

    Leia a reportagem completa no Saiba Mais.

  • Minicurso gratuito de gastronomia com algas marinhas

    Minicurso gratuito de gastronomia com algas marinhas

    Marisqueiras e moradores de Macau e Galinhos participaram de um minicurso gratuito de gastronomia com algas marinhas, explorando o uso culinário da Gracilaria cultivada nas balsas do projeto Algimare.

    A atividade integra as ações de educação e geração de renda do Centro Ama-Goa, aproximando a comunidade de novas possibilidades econômicas ligadas ao cultivo sustentável de macroalgas no litoral norte potiguar.

    Conteúdo em elaboração: registros completos da atividade serão adicionados pela equipe.

  • Mutirão de limpeza mobiliza Galinhos às margens do Rio Aratuá

    Mutirão de limpeza mobiliza Galinhos às margens do Rio Aratuá

    O Centro Ama-Goa de Cultura e Meio Ambiente e o Projeto Algimare promoveram, no sábado, 20 de setembro de 2025, um mutirão de limpeza às margens do Rio Aratuá, em Galinhos. A ação fez parte do Dia Mundial da Limpeza (World Cleanup Day), movimento que acontece no terceiro sábado de setembro e começou em 2008, na Estônia.

    Como foi a programação

    A concentração foi na Praia de Galinhos, em frente ao píer dos barcos. Depois do credenciamento e da entrega dos kits, com boné, camiseta e sacos de coleta, os participantes recolheram plásticos, metais, vidros e outros resíduos. No encerramento, o material passou por uma triagem simbólica, com orientações sobre o descarte correto de cada tipo de resíduo. À tarde, o projeto foi apresentado à comunidade na Colônia de Pescadores Z-30.

    Para Valfran Miranda, um dos coordenadores do Algimare, o mutirão é uma forma concreta de conscientizar a população sobre o cuidado com o estuário, o mesmo ambiente onde as algas do projeto são cultivadas.

    Parceria pelo território

    A ação teve parceria da EMPARN e da Petrobras, por meio do Programa Petrobras Socioambiental, e apoio da Colônia de Pescadores Z-30 e da Prefeitura de Galinhos. A programação previa levar as atividades, na semana seguinte, à comunidade de Diogo Lopes, em Macau.

    Com informações do Agora RN.

  • Projeto de cultivo de algas do Centro Ama-Goa e da EMPARN é selecionado pela Petrobras

    Projeto de cultivo de algas do Centro Ama-Goa e da EMPARN é selecionado pela Petrobras

    O Centro Ama-Goa de Cultura e Meio Ambiente e a Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN) tiveram um projeto de cultivo de macroalgas selecionado pelo Programa Petrobras Socioambiental no primeiro semestre de 2023. A proposta prevê investimento de cerca de R$ 3,9 milhões e é a base do Projeto Algimare, que o Ama-Goa executa hoje no litoral norte potiguar.

    Duas unidades de cultivo no litoral norte

    O projeto prevê duas unidades de produção da alga vermelha Gracilaria birdiae, instaladas em braços de mar protegidos por costões arenosos e manguezal: uma na comunidade de Diogo Lopes, em Macau, e outra em Galinhos. As colônias de pescadores das duas localidades somam 640 e 250 associados, respectivamente, e a etapa inicial deve beneficiar 50 famílias de pescadores e marisqueiras.

    Segundo a EMPARN, as áreas foram escolhidas pelas condições ambientais favoráveis ao cultivo e pela boa organização das comunidades parceiras. A associação local participa da condução dos cultivos e dos experimentos, seguindo as recomendações técnicas da pesquisa.

    Do mar para a renda das famílias

    Parte da produção deve abastecer grupos locais na fabricação de produtos artesanais, e outra parte será destinada a empresas de transformação no Rio Grande do Norte e em estados vizinhos. As algas vermelhas, as mais abundantes no litoral potiguar, são usadas em alimentos, cosméticos, fármacos, rações e fertilizantes.

    O cronograma vai de janeiro de 2024 a dezembro de 2026. A ideia é que a metodologia desenvolvida nas duas comunidades possa ser compartilhada com outras localidades do litoral.

    Com informações do Agora RN e da Tribuna do Norte.